❝É possível amar muito alguém, ele pensou. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela.
—
O Teorema Katherine (via
voar-te)
❝A gente ama, mas prefere diversão.
O amor sem compromisso parece doer menos.
Só que não.
❝— Você não tem saudades?
— Tenho e muitas.
— Por que não volta atrás?
— Porque a vida anda pra frente.
❝E, vez em outra, um ri e outro pergunta: ”que foi?” ”Nada, não foi nada” - e ri de novo - e não há lugar melhor pra dizer isso do que a esquina entre os olhos e o nariz. Ou aquela curvinha gostosa do pescoço.
Que medo errado. Esse da gente se aproximar demais de algo que talvez nem exista. Não de maneira permanente.
Por um momento, me afogo no enlace que é o teu abraço e procuro esquecer que um dia a gente enjoa. E penso ”Um dia, não agora.” E te beijo.
❝Não é fácil explicar. Eu sou assim, meio morta por dentro. Faço as coisas por empolgação e no outro dia, sei lá. Sou dessas pessoas que ficam procurando as canções no rádio até achar um clássico, algo perfeito para aquele horário do dia, aquele semáforo. A música acaba e eu troco de estação.
❝Quem sabe eu me acerto por aqui e você por aí, e a gente se encontra só pra dizer que tá tudo bem, que foi legal, e que deseja sorte.
❝Mas você não sente nem a metade do que me faz sentir.
❝Sozinho em casa em uma sexta-feira, deitado no chão pensando em um velho amor. Ou na falta de um.
Eu gosto de gostar de coisas que ninguém gosta.
❝Arranca metade do meu corpo, do meu coração, dos meus sonhos. Tira um pedaço de mim, qualquer coisa que me desfaça. Me recria, porque eu não suporto mais pertencer a tudo, mas não caber em lugar algum.